sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

A gata do mês


Linda


A gata da semana


Com mudanças no FIES, muitas Faculdades podem não aderir e alunos serão prejudicados



Segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES), algumas instituições estudam alternativas para garantir que os estudantes de baixa renda possam ter acesso ao Ensino Superior caso não façam adesão ao Fies

A maior parte das instituições particulares de Ensino Superior do País devem deixar de aderir ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em 2018 em decorrência das novas regras de funcionamento do programa, sancionadas no fim do ano passado pelo Governo Federal. As mudanças incluem, dentre outros pontos, uma maior contribuição financeira de universidades e faculdades da rede privada na iniciativa, com o objetivo, segundo o Ministério da Educação, de compartilhar a responsabilidade sobre a inadimplência de parte dos estudantes. No entanto, empresas do setor alegam que o aumento dos custos inviabiliza a participação no processo.

Segundo estimativas da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), que reúne cerca de 2.400 instituições particulares de Ensino Superior no Brasil, dos 800 estabelecimentos de ensino que aderiram ao programa em 2017, mais de 600 não devem oferecer vagas nesse ano. O prazo para adesão teve início no último dia 3 e segue até o dia 19 de janeiro.


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Com informações também do Valor Econômico

domingo, 12 de novembro de 2017

Reforma trabalhista: De volta ao passado

Editorial do site Vermelho:

Os brasileiros rejeitam o ocupante do Palácio do Planalto, Michel Temer, como nunca haviam antes rejeitado outro mandatário.

Os brasileiros têm razão. Estão na raiz de seu descontentamento as sucessivas traições que Temer cometeu – primeiro, contra a presidenta Dilma Rousseff, ao protagonizar o golpe que roubou o poder que o povo havia conferido a ela em eleições legítimas e legais. 

A lista de traições aumentou desde que ele ocupou o governo, levado pelo golpe. Cortou recursos que a Constituição destinou à saúde, educação, ao investimento público. Tenta cortar o direito dos trabalhadores à aposentadoria. Tenta reimplantar o trabalho escravo. Fez aprovar a contrarreforma trabalhista, que rasgou a CLT e empurrou o Brasil de volta ao passado, aos tempos em que os trabalhadores ficavam sob a ganância e as arbitrariedades patronais.

Postado por Altamiro Borges